Links, links e algumas palavras

Oi!

Os meus dias tem sido mais coloridos e necessários com essas coisas lindas que partilharei aqui. Então, se eu fosse você, ia correndo dar uma olhada:

um | Fofuríneas
Site delicinha de goodies pra gente se derreter enquanto olha, salva e deixa de descanso na tela no celular/computador/tablet. Vai ver que é muitamô!

dois | Carta de uma branca para outra – O turbante e o conceito de existir violentamente

Apenas digo que Eliane Brum se faz sempre necessária – e suas palavras, mais ainda. Vá ler esse texto e sentir muito (muito) após refletir sobre seus privilégios.

três | Minimanual do Jornalismo Humanizado – Think Olga

Esse não é novidade, mas é tão importante quanto fosse. Pra quem não sabe, eu estudo Jornalismo e este manual é um guia que busco seguir veemente todos os dias da minha vida. Caso você não estude Jornalismo, não tem problema, ler e entender sobre o que você consome (e a forma que você consome notícias) é de extrema importância para sermos humaninhos melhores!

E por fim, não é link, nem nada, apenas algumas palavras minhas para dizer que não há sensação no mundo mais gostosa que planejar uma viagem e sonhar com cada detalhe. Cada dia que passa significa que estou mais perto do meu sonho e isso me deixa com caraminholas na cabeça, ansiosa por tudo de bom que eu sei que está por vir.

I used to dream about escaping my ordinary life, but my life was never ordinary. I had simply failed to notice how extraordinary it was!

O que sobrou das férias

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2017 já começou aquecendo o meu coração de uma forma não tão convencional. Durante os primeiros dias do ano, prometi pra mim mesmo que dessa vez criaria uma rotina organizacional e a seguiria veemente. Depois de muito ver vídeos e tomar doses de inspiração no Pinterest, decidi fazer a minha própria planner. Coloquei a mão na massa e comprei coisinhas fofas de papelaria. Customizei um fichário, criei minha planilha de meses, semanas e dias.

Pode parecer bobo, mas isso tem me feito um bem danado. Planejar sobre os meus dias e consequentemente sobre minha vida no final de cada dia me deixa um pouco ansiosa, mas de uma forma gostosa. Está tudo correndo bem, sempre penso em coisas boas e acho que elas estão voltando para mim de alguma forma.

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Estou absurdamente viciada em Orphan Black e acho que se você nunca ouviu falar sobre esta série agora é o momento de largar tudo o que está fazendo para ir assistir. Tô falando sério, é maravilhosa e tem tudinho na Netflix. Além desse novo vício – tinha parado faz um tempo com séries – eu estou me forçando a ler com mais frequência. Essa coisa toda de organização tem me ajudado bastante a colocar em prática o que antes só ficava no imaginário (e também a ser uma pessoa que se lembra mais das coisas).

No final das contas, acho que estou um pouco empolgada com essa nova rotina, com tudo que está acontecendo e também com tudo que está por vir. Minhas aulas voltam um dia depois do meu aniversário. It’s gonna be a good year! 

De repente 2017

Sem querer ser chata: 2016 foi um saco.

Daqueles bem pesados, mas fazer o que, né? A gente enfrenta como pode, as vezes segue empurrando com a barriga até que não precise mais. Agora ele acabou e acho que boa parte de tudo que aconteceu tem a ver com nós mesmos. Essa crise insana que o mundo vive serve para nos lembrar que a humanidade se perdeu em algum momento. Estamos em crise também, uma crise dura e difícil.

Apesar de tudo isso, prefiro acreditar que uma hora as coisas se encaixam. Então nem vou pedir para 2017 me surpreender, por que eu sei que vai, mas sim para que ele seja necessário. Dizem que as mudanças fazem bem para nossa alma, o futuro não é mais do que o desconhecido.
Sigamos então: fazendo o bem e desejando que ele volte em dobro para nós de algum lugar escuro e incerto. A gente anda precisando!

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Hoje

Hoje eu acordei e chovia, aquela chuva fininha que faz barulho e nos faz querer ficar na cama por mais alguns minutos. Levantei e fui tomar meu café com leite de todos os dias.

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Voltei pra cama, abri meu notebook, coloquei Ben Howard pra ouvir e fiquei pensando em como a coisa toda de sonhar é doida. E olha que eu nem estou falando dos sonhos da noite passada, mas sim dos sonhos que temos pra nossa vida.

Desde a última vez que escrevi aqui para o blog tanta coisa mudou e continua mudando. Acho que a maior fase de mudança da minha vida está sendo agora.
O meu maior sonho sempre foi viajar o mundo, sabe. Pensar em conhecer pelo menos uma partezinha dele enchia o meu coração e os meus olhos, agora isso vai ser possível na minha vida!

Eu não sei muito bem nem como lidar com esse fato além de que estou mais feliz que nunca. Recebi minha carta de aceitação da escola esses dias e senti como se estivesse lendo a minha carta de Hogwarts (YAY!) foi bem especial! Mas minha viagem ainda está um pouco longe e até lá eu preciso enfrentar o monstro que vem se tornando minha faculdade, os professores, as provas e os trabalhos. Vai ficar tudo bem.

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Eu ando sentindo tanta falta de um bom livro na minha vida que olha, é como se tivesse um buraco no meu peito. Desde que terminei Hibisco RoxoAmericanah entrei em ressaca literária. Estou pensando em como Amanda Palmer seria útil no momento atual. Quem sabe, né?

Quando a gente faz o que ama

Não existe sensação mais plena e gostosa do que aquela que deixa o nosso coração bem aquecido. Ontem eu conversei com uma amiga sobre como é bom fazer aquilo que a gente gosta. E eu pude perceber que fazer o que eu amo aquece o meu coração.

É tão bonito quando a gente se doa, até se esgota, para realizar aquilo que tem vontade. E que isso é só o começo. Pode ser um trabalho árduo, mas se for verdadeiro, vai valer muito a pena! A gente tem o poder de fazer escolhas – claro que nem sempre tão livres, pois existem circunstâncias que nos limitam, mas temos. E quando a gente escolhe aplicar o que já está dentro de nós para o mundo… Essa é a melhor escolha que poderíamos ter feito!

O meu coração transborda amor quando eu vejo alguém comentando por aqui, então eu quero dizer que sou grata se você vem aqui para me ler e comentar. Obrigado! O BEDA tem sido uma experiência incrível, com pessoas incríveis. No final de tudo, eu me sinto assim:

#BEDAseis

O que cabe aqui dentro

Oi! Eu sei que sumi. Mas agora eu voltei. E eu voltei pra dizer que a vida tá caminhando – mesmo que devagar. Faz quase um mês que não escrevo, mas tá tudo bem.

Voltei pra dizer também que eu andava descontente com a cara do bloguinho, mas nunca conseguia nada novo que me agradasse. Depois de sofrer dias, quiçá semanas, eu mudei tudinho e agora tô feliz! E por último digo que achei umas ilustrações maravilhosas de uma artista incrível e partilharei aqui. A série se chama “Things that fit inside a heart” e é a coisa mais amor do mundo! Olha só:

Separei as minhas preferidas, mas você pode encontrar todas elas nesse link aqui ó: AITCH. Ah, e todas as informações sobre a artista estão ali também!

Essas ilustrações fazem bem a analogia que desejo daqui pra frente (com o blog e com o mundo): só levo comigo o que cabe e faz feliz por dentro…

Do dia que dancei com crianças na rua

Não foi bem na rua. Foi na calçada.

Eu estava na Avenida Paulista, indo fazer uma reportagem sobre músicos e nessa correria de lá pra cá atrás de alguém que realmente quisesse falar comigo acabei encontrando um palhaço e várias crianças. Eles faziam uma roda e dançavam ao som de alguma MPB, que estava sendo tocada na mesma hora. Por um momento aquilo era tudo que meus olhos podiam ver…

Eu me encantei.

Toda a agitação se acalmou e eu entendi uma coisa simples: a felicidade consiste em apenas ser. Antes que eu pudesse voltar do transe, senti uma mão me puxando para girar e dançar junto. Então, eu fui.

E foi muito mágico. Todos estavam de mãos dadas, formando um círculo para que cada um fosse lá no meio dançar do jeito que quisesse – no final tinham muitas palmas. E não existia diferença entre as pessoas; éramos todos um só. Eu permaneci alguns minutos na roda junto com meu sorriso no rosto, dancei e aplaudi. No fundo queria abraçar cada pessoinha que fazia parte daquilo… Me despedi e agradeci. Fui embora caminhando com o coração batendo a mil, o sorriso de orelha a orelha e constatando mais outra coisa simples: a gente tem que aprender diariamente a aproveitar os pequenos momentos. Daqueles que fazem a diferença e nos aquecem por dentro.

Juro que a alegria é infinita.