Links, links e algumas palavras

Oi!

Os meus dias tem sido mais coloridos e necessários com essas coisas lindas que partilharei aqui. Então, se eu fosse você, ia correndo dar uma olhada:

um | Fofuríneas
Site delicinha de goodies pra gente se derreter enquanto olha, salva e deixa de descanso na tela no celular/computador/tablet. Vai ver que é muitamô!

dois | Carta de uma branca para outra – O turbante e o conceito de existir violentamente

Apenas digo que Eliane Brum se faz sempre necessária – e suas palavras, mais ainda. Vá ler esse texto e sentir muito (muito) após refletir sobre seus privilégios.

três | Minimanual do Jornalismo Humanizado – Think Olga

Esse não é novidade, mas é tão importante quanto fosse. Pra quem não sabe, eu estudo Jornalismo e este manual é um guia que busco seguir veemente todos os dias da minha vida. Caso você não estude Jornalismo, não tem problema, ler e entender sobre o que você consome (e a forma que você consome notícias) é de extrema importância para sermos humaninhos melhores!

E por fim, não é link, nem nada, apenas algumas palavras minhas para dizer que não há sensação no mundo mais gostosa que planejar uma viagem e sonhar com cada detalhe. Cada dia que passa significa que estou mais perto do meu sonho e isso me deixa com caraminholas na cabeça, ansiosa por tudo de bom que eu sei que está por vir.

I used to dream about escaping my ordinary life, but my life was never ordinary. I had simply failed to notice how extraordinary it was!

Um canal e um amor

Uma vez eu fui visitar o blog da Himmel e vi que tinha um vídeo de ajudinha para realizar sonhos em 2016. O vídeo é da Sharon Smith, uma moça que eu acho muito especial!
A Sharon é fotógrafa e mora em Londres, além das fotos que são puro amor em registro, ela tem um blog e um canal.

Esse vídeo é o último do canal, onde ela explica que vai participar do VEDA e além da mensagem maravilhosa sobre conseguir realizar coisas, isso me deixou bem feliz porque todos os dias terão vídeos novos dela! ❤  Tem poucos no canal, mas são todos puro amor! Eu acho a Sharon uma fofa, ela fala de um jeito calmo que trás paz, sabe? Me identifico muito com a vibe dela e o jeito de levar a vida. Acho que ela pode inspirar mais pessoas além de mim!

Se você ficou curiosa(o) pode ver o blog dela aqui: Sharon Blog e as fotos no site aqui. E ah: os meus vídeos favoritos do canal são sobre conversas e Londres!

#BEDAdois

 

O que cabe aqui dentro

Oi! Eu sei que sumi. Mas agora eu voltei. E eu voltei pra dizer que a vida tá caminhando – mesmo que devagar. Faz quase um mês que não escrevo, mas tá tudo bem.

Voltei pra dizer também que eu andava descontente com a cara do bloguinho, mas nunca conseguia nada novo que me agradasse. Depois de sofrer dias, quiçá semanas, eu mudei tudinho e agora tô feliz! E por último digo que achei umas ilustrações maravilhosas de uma artista incrível e partilharei aqui. A série se chama “Things that fit inside a heart” e é a coisa mais amor do mundo! Olha só:

Separei as minhas preferidas, mas você pode encontrar todas elas nesse link aqui ó: AITCH. Ah, e todas as informações sobre a artista estão ali também!

Essas ilustrações fazem bem a analogia que desejo daqui pra frente (com o blog e com o mundo): só levo comigo o que cabe e faz feliz por dentro…

Essa mania de ter vergonha

Tudo começou enquanto eu lia a Newsletter da Aline Valek. Tem um tempinho já que assino este tipo de conteúdo e devo dizer que acho uma delícia!

Eu conheci o trabalho da Aline por causa do feminismo e totalmente por acaso. Que acaso maravilhoso, aliás. Nesta última edição de ‘Bobagens Imperdíveis’, em algum momento, ela deixa um link e fala um pouco sobre como é se auto publicar na internet. O texto em questão é esse aqui ó: Onde mais histórias são possíveis. E é sobre isso que eu quero falar.

Eu sempre tive um pouco (muito) de vergonha de mostrar aquilo que escrevo para as pessoas. Não me pergunte o por quê, mas é real. Não faz muito sentido já que estudo jornalismo, eu sei. E muito menos porque se tem uma coisa que amo fazer nessa vida, essa coisa é escrever, eu também sei. Conversando com uma amiga dia desses se devo criar ou não uma página pro blog no facebook, me dei conta de como é boba essa minha mania de ter vergonha. E que, todas as vezes que eu arrisquei publicando, falando ou mostrando sobre aquilo que eu quero, acredito, sinto e escrevo deu certo. Então vem a lição: é preciso dar a cara a tapa vez em quando. Se a gente não arriscar nunca vai dar pra saber, e não existe coisa pior que ficar na inércia.

Antes de criar o blog eu já escrevia, foi por isso que o criei, na verdade.  Os meus primeiros textos antes de serem publicados eu mostrava apenas para um grupo seleto de pessoas. Lendo o texto da Aline me dei conta que essa liberdade de publicação digital que temos em mãos é uma coisa maravilhosa! Há possibilidades incríveis nela. Talentos são descoberto em um mundo que antes não seria tão possível e fácil assim.

A questão da autopublicação é importante. Essa coisa toda de querer, ir lá e fazer me fascina; por que não precisa de regras, basta fazer do seu jeito e ter propriedade do que diz. Devo dizer que é sim, também, perigoso. Porém, no total acho que dá mais certo que errado – tendo como exemplo pessoas incríveis que conseguiram seu espaço devido a auto publicação nas mídias digitais e hoje vivem disso. E é claro que a internet não é cem por cento linda, mas a parte que é já me satisfaz bastante.

Neste mesmo texto descobri um site chamado WattPad. Lá, quem quer escrever publica histórias, lê histórias, divulga seu próprio trabalho e acompanha os dos outros. Achei tudo muito maravilhoso. Criei meu perfil também porque quero começar a escrever histórias. Se quiser, me acompanha por lá. Basta clicar aqui!

Eu ainda não escrevi nada, mas assim que o fizer venho avisar.  Além disso, fiquei sabendo de histórias que viraram livros publicados por grandes editoras. O meu recado final para mim e para todo mundo é: se arrisca, perde a vergonha, se joga mesmo… Coisas lindas podem acontecer!

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As mulheres de Clare Elsaesser

Clare Elsaesser é uma artista incrível!

Durante essas madrugadas sem sono fico perambulando pela internet procurando algo interessante para ler, sentir, descobrir, que seja. Eis que em uma delas eu achei: as obras tocantes de Clare.

Encontrei algumas artes no pinterest e me interessei muito! Clare Elsaesser é californiana, nasceu em 1982 e estudou arte durante o ensino médio. Depois disso, foi estudar na Escola do Museu de Belas Artes, em Boston. Como ela mesmo define, suas pinturas são inspiradas em sonhos, devaneios e na natureza existente fora de sua janela. Atualmente ela renova e reconstrói sua casa e seu estúdio, reside na cidade de Inverness com seu marido também artista, Kai Samuels.

O que pude sentir de algumas, das muitas obras, é que são quase uma representação do nosso estado de espírito em certos momentos. Mas mais que isso são pinturas que retratam a mim e a qualquer mulher, nos mais diversos momentos. Essas obras conversam comigo sobre sentimentos de uma forma extremamente confortante. São lindas, me tocam, encantam e merecem ser compartilhadas. Abaixo algumas:

3

Gone Wild | The Catch

4

In Between | Overgrown

10

So Much | Passing Storm

FotorCreated

Grew Into | Dress

7

Everytime | Oh, Cecily

11

Friendship | Happiness

8

Watching Trees | Married to the sea

6

Covered | Quiet

5

To Hold | Dress Up

ult

Swirl | Let The Light In

Deu vontadezinha de ter pelo menos uma dessas obras no meu quarto e no meu cantinho. Você pode encontrar mais de Clare no seu Facebook, em seu SiteInstagram e Pinterest. Para comprar ou conhecer outras obras clique aqui!

Espero que tenha se encantado tanto quanto eu e lembre-se: arte é uma coisa extremamente subjetiva. As minhas percepções talvez não sejam iguais as suas e isso é belo, ainda bem! Me conta o que achou? ❤

Do dia que dancei com crianças na rua

Não foi bem na rua. Foi na calçada.

Eu estava na Avenida Paulista, indo fazer uma reportagem sobre músicos e nessa correria de lá pra cá atrás de alguém que realmente quisesse falar comigo acabei encontrando um palhaço e várias crianças. Eles faziam uma roda e dançavam ao som de alguma MPB, que estava sendo tocada na mesma hora. Por um momento aquilo era tudo que meus olhos podiam ver…

Eu me encantei.

Toda a agitação se acalmou e eu entendi uma coisa simples: a felicidade consiste em apenas ser. Antes que eu pudesse voltar do transe, senti uma mão me puxando para girar e dançar junto. Então, eu fui.

E foi muito mágico. Todos estavam de mãos dadas, formando um círculo para que cada um fosse lá no meio dançar do jeito que quisesse – no final tinham muitas palmas. E não existia diferença entre as pessoas; éramos todos um só. Eu permaneci alguns minutos na roda junto com meu sorriso no rosto, dancei e aplaudi. No fundo queria abraçar cada pessoinha que fazia parte daquilo… Me despedi e agradeci. Fui embora caminhando com o coração batendo a mil, o sorriso de orelha a orelha e constatando mais outra coisa simples: a gente tem que aprender diariamente a aproveitar os pequenos momentos. Daqueles que fazem a diferença e nos aquecem por dentro.

Juro que a alegria é infinita.

Belo é ser quem a gente é

Quando eu vi esse vídeo da Lupita Nyong’o falando sobre aceitação de beleza, eu me instiguei, refleti e senti orgulho por ela. Assista ao vídeo abaixo para entender do que estou falando:

Lupita Nyong’o é nascida no México e filha de pais quenianos, foi vencedora da categoria ‘atriz coadjuvante’, pelo filme 12 anos de escravidão no Oscar de 2014. Adquiriu outros prêmios e ainda em 2014, foi eleita a mulher mais bonita do mundo pela revista People. Dá para saber o porque.

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“You can’t eat beauty, it doesn’t feed you. Beauty isn’t something that I can adquire or consume. It is something that I just have to be.”

Este vídeo apareceu para mim de forma extremamente aleatória – todo mundo sabe que o youtube é um universo paralelo, onde dá para perder horas da vida lá – e ainda bem que apareceu. Me fez pensar na própria definição de beleza.

O que é belo para você? O que te ensinam, desde pequena(o), que tal coisa é bela e outra não é faz realmente sentido? Os padrões impostos pela sociedade, e não digo somente no sentido de beleza, mas em todos os outros, são extremamente absurdos. Nos afastam daquilo que realmente somos.

Te ensinam que belo é ter pele clara, com o cabelo liso, com o corpo igual das modelos e ahh: tem que ser feminina! Se não, não se é aceita como mulher simplesmente pelo fato de ser. É preciso estar moldada para se encaixar.

Eu imagino como deve ser difícil, quase que impossível, para meninas e mulheres se aceitarem como são quando há padrões ridículos impostos para serem seguidos. Eu afirmo com certeza, que toda mulher tem suas crises, e elas tendem a se intensificar ainda mais quando há a cobrança externa. E se aceitar não é tarefa fácil. Até lá é preciso muita força!

Por isso, se você vive em algum conflito consigo mesmo agora por causa dos seus quilinhos a mais, ou por causa da sua cor, do seu cabelo, saiba: você é linda do jeito que é. E quem ousar dizer o contrário, ainda não entende realmente o que é belo.

Por que belo é ser, apenas. Ser você mesmo, com todas os defeitos e imperfeições que veio ao mundo. Belo é ser você com sua cor de pele, com o seu tipo de cabelo, com o seu tipo de corpo e com suas manias, sejam elas “femininas” ou não.

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Linda do jeito que é, da cabeça ao pé. Do jeitinho que for.